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Casos de Sucesso

Empresa gaúcha lança simulador virtual para reduzir acidentes de trabalho

Nexo comemora resultados obtidos em programa do SEBRAE/RS e projeta crescimento para os próximos anos

Nexo desenvolveu simuladores de realidade virtual (Foto: Divulgação)

Porto Alegre - Em três edições, o projeto Inova Pequena Empresa, iniciativa do SEBRAE/RS, auxiliou empresas de diversos segmentos a desenvolver produtos e processos inovadores. Uma delas é a Nexo, de Porto Alegre, selecionada no edital de 2014. O Simulador Imersivo Mobile 3D baseado em smartphones, que permite treinamento em um ambiente simulado, identificando e minimizando riscos, foi desenvolvido durante os 15 meses de atividades e já está sendo comercializado.

O Programa Inova Pequena Empresa contribuiu com empresas das áreas de Petróleo e Gás, Energias Alternativas, Tecnologia da Informação e Comunicação, Metalmecânico, Agronegócio, Meio Ambiente e Saúde, entre outras, destinando recursos financeiros entre R$ 50 mil e R$ 100 mil para projetos de inovação. Esse apoio financeiro não reembolsável (subvenção econômica) contemplava desde a fase de pesquisa até o protótipo, incluindo a comercialização de um lote experimental. De acordo com o gestor do projeto pelo SEBRAE/RS, Gustavo Schneck Moreira, “a Nexo foi selecionada com algumas ideias em andamento, mas a maior parte do trabalho foi desenvolvida durante as atividades do Inova”, disse.

Criada em 2002 com foco em capacitação digital, a Nexo ampliou a plataforma de atuação, passando a trabalhar com simuladores de realidade virtual em 2011. O sócio fundador, Frederico Faria, conta que “a ideia de trabalhar com essa tecnologia foi aprimorada após uma viagem pelos Estados Unidos, em 2013, com a implantação do óculos e o desenvolvimento de um aplicativo para smartphone”, conta.

A empresa interessada no serviço deve baixar o aplicativo, disponível para o sistema operacional Android, fazer o cadastro e selecionar o treinamento. Basta acoplar o aparelho no óculos 3D e ter acesso ao ambiente simulado de uma fábrica, por exemplo, para identificar possíveis riscos e reduzir ao máximo qualquer tipo de acidente. Faria explica que, ao ingressar no Inova, o projeto já existia, mas que foi desenvolvido durante os 15 meses de consultoria. “Foi muito importante participar dessa iniciativa, inclusive porque o edital facilita todo o processo, desde o desenvolvimento até a prestação de contas”, afirma.

O produto foi testado no mercado no primeiro semestre desse ano e já está sendo comercializado. Segundo o diretor, para os próximos três anos, “a projeção de faturamento gira em torno de R$ 3 e 5 milhões”, revela, ressaltando que uma das áreas que está sendo mais beneficiada é a da saúde, tanto na reabilitação de pacientes quanto na capacitação de equipes. “Nosso projeto vai atender um dos maiores hospitais da América Latina”, comemora.

Sobre o Inova Pequena Empresa

O edital 2014 destinou um aporte de R$ 4 milhões para projetos de inovação. Foram contempladas 42 empresas, que receberam investimento mínimo de R$ 20 mil e máximo de R$ 100 mil para desenolvimento de projeto e protótipo.

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